SAÚDE RECEBE DO BANCO ITAÚ DOAÇÃO DE 140 OXÍMETROS

A Prefeitura recebeu da Fundação Itaú para Educação e Cultura a doação de 140 oxímetros, já com as pilhas inclusas.
Os equipamentos foram entregues na Secretaria Municipal da Saúde por representantes do Banco Itaú ao secretário municipal de Saúde, Cássio Luiz Pinto Júnior, que agradeceu a doação deste importante equipamento neste momento de combate ao coronavírus.

“Esta doação com certeza vem ajudar muito nosso sistema de saúde e por consequência nossa população neste momento. O oxímetro é um aparelho com formato similar ao de um pregador, utilizado no dedo para medir a saturação de oxigênio transportado no sangue. Ele usa um feixe de luz para aferir quanto oxigênio é transportado pela hemoglobina. Como a Covid-19 reduz o nível de oxigênio no sangue apesar de os pacientes nem sempre sentirem falta de ar, o oxímetro pode indicar a privação de oxigênio antes do sintoma aparecer”, disse o secretário.

A distribuição dos 140 oxímetros para a rede de atenção à saúde será coordenada pela enfermeira Carolline Ramos Lima Matias e pela fonoaudióloga Ana Cristina de Almeida Sornas, ambas da Divisão de Saúde do Adulto, que é responsável pelos protocolos de Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus do município, Programa Municipal de Insulino dependentes, Estomias, saúde do idoso, saúde do homem, linha de cuidado da obesidade/sobrepeso e Programa de Tabagismo, além de monitorar todas as unidades de saúde com relação aos temas acima citados.

A enfermeira destacou que a distribuição de oxímetro portátil de dedo às unidades de saúde de Marília seguirá os seguintes critérios: Quantitativos de Equipes de Unidade Básica de Saúde; Quantitativos de Equipes de Saúde da Família; Quantitativos de Equipes de Consultório de Rua; Unidade de Pronto Atendimento; Equipes Ampliadas de Apoio a Saúde da Família – NASF e Equipes de Atenção Domiciliar.

“Estas unidades são relacionadas ao primeiro contato com o paciente e, neste caso, o fornecimento de oxímetro tornará mais rápido e confiável a medição da taxa de saturação sanguínea do paciente neste momento de pandemia, tornando mais rápido o diagnóstico de problemas respiratórios”, afirmou Carolline Matias.

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fonte: Comunicação PMM