ACIM: Diretoria debate criação de aceleradora de startups

Integrantes da diretoria executiva da Associação Comercial e Industrial de Marília conversaram por um bom tempo, na última reunião ordinária do grupo, a respeito da criação de uma aceleradora de startups na sede da instituição. “Temos todas as condições possíveis para desenvolvermos este projeto”, defendeu o presidente da diretoria executiva, Adriano Luiz Martins, ao apresentar a ideia e se aprofundar no assunto.

“Em nossa reformulação da sede já prevíamos uma área para este trabalho e agora estamos alinhando os conceitos e as práticas necessárias para efetiva-las”, falou o dirigente que observa uma boa receptividade por parte dos dirigentes que acreditam ser uma ótima oportunidade de desenvolvimento empresarial para a cidade e região. “Já estamos preparando a entidade para termos uma aceleradora de startups de forma gradativa”, anunciou.

De acordo com Adriano Luiz Martins a reunião foi produtiva, pois, todos saíram mais bem informados sobre o assunto e mais seguros na ideia de assessorar empresas que tenham boas ideias sobre serviços ou produtos. “Normalmente, incubadoras buscam apoiar pequenas empresas de acordo com alguma diretiva governamental ou regional”, começou a explicar.

“Aceleradoras são lideradas por empreendedores ou investidores experientes, enquanto incubadoras têm gestores com experiência em mediar o poder público, as universidades e empresas”, falou ao esclarecer a dúvida de alguns entre aceleradoras e incubadoras de empresas. “Aceleração é um termo que vem sendo utilizado para descrever o processo de desenvolvimento e testes rápidos de novos modelos de negócio”, falou. “Em todo o mundo as metodologias de aceleração começaram com a utilização de empreendedores experientes, chamados de mentores, para catalisar o aprendizado de empreendedores iniciantes”, disse ao viver de perto esta experiência. 

O vice-presidente da diretoria, Carlos Francisco Bitencourt Jorge, também esclarece que “Startup” é uma empresa jovem com um modelo de negócios repetível e escalável, em um cenário de incertezas e soluções a serem desenvolvidas.

“Embora não se limite apenas a negócios digitais, uma startup necessita de inovação para não ser considerada uma empresa de modelo tradicional”, argumentou ao estudar muito bem o tema, e considerar ser uma excelente forma da associação comercial estimular o empreendedorismo de forma moderna e atual. “Um modelo de negócio é a forma como a empresa gera valor para os clientes”, conceituou ao ser favorável a iniciativa da associação comercial.

O presidente da associação comercial diz que as startups são pequenas empresas que buscam resolver um problema de determinado grupo social por meio de tecnologia e inovação. “Elas crescem em ritmo acelerado, geram lucros inigualáveis e possuem baixo custo de manutenção”, comentou ao conhecer modelos no Brasil e no exterior, ao citar a inovação, a pouca burocracia, a escalabilidade, custos baixos e muito planejamento e pesquisa como algumas características das startups.

“No Brasil a PagSeguro, Nubank, iFood, Loggi, Stone e tantas outras, são exemplos de sucesso de startups que deram e dão certo”, exemplificou o dirigente mariliense ao acreditar no projeto a ser desenvolvido pela associação comercial de Marília. “Vamos caminhar nessa direção”, anunciou.

 

Por fim, leia mais O Mariliense