Regiões de Marília e Bauru registram aumento nos casos de batidas contra postes

Os casos de batidas de veículos contra postes nas regiões de Marília e Bauru, registraram um aumento de 59% entre janeiro e abril deste ano se comparado ao mesmo período de 2021. Foram 342 batidas em 2022 contra 214 casos no mesmo período do ano passado, segundo a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL).

Só em Marília, foi registrado um aumento de 136% nos quatro primeiros meses de 2022, comparados com os mesmos meses em 2021. No ano passado ocorreram 25 batidas e em 2022 já foram registradas 59.

Já na cidade de Bauru, o registro nos quatro primeiros meses de 2022 teve um aumento de 53%, com 80 ocorrências, em 2021, foram registradas 52 batidas.

As cidades de Botucatu, Jaú e Lençóis Paulista também registraram aumento nesse mesmo período. Veja o ranking das dez cidades com o maior número de ocorrências, de janeiro a abril de 2022, na região de Marília e Bauru:

CIDADES 2020 2021 Jan-Abr de 2021 Jan-Abr de 2022
Bauru 204 147 52 80
Marília 110 100 25 59
Botucatu 101 60 15 21
Jaú 76 54 14 15
Lençóis Paulista 40 36 7 12
Pederneiras 27 32 7 19
Garça 31 27 8 16
Bariri 20 21 2 5
Itatinga 16 17 5 2
Lins 33 16 3 8
TOTAL DE TODA REGIÃO 1.000 774 214 342

Os registros das batidas nas regiões de Marília e Bauru resultaram em diversas ocorrências de suspensão no fornecimento de energia elétrica que necessitam dos serviços da Companhia. Entre esses serviços estão a substituição de postes, restabelecimento da energia e reconstrução da rede de distribuição.

As equipes de campo ainda precisam aguardar a perícia policial e os trabalhos de primeiros socorros para dar início aos trabalhos de manutenção, dependendo da gravidade do acidente.

Pagamento de Multas

Os responsáveis pelas batidas contra os postes ainda podem ter que pagar multas, além do risco à segurança. Nos casos em que a companhia consegue identificar os culpados, estes deverão arcar com os danos causados ao patrimônio da distribuidora. O valor da substituição de um poste, dependendo do modelo, por variar entre R$2 mil e R$3 mil.

Essa variação no valor depende dos equipamentos instalados tanto pela distribuidora de energia como pelas empresas que ocupam a estrutura, como no caso de equipamentos de telecomunicação, por exemplo.

Por fim, leia mais O Mariliense